Duas pessoas juntam-se, vão para dentro de uma casa, e esta passa a ser o centro das suas vidas: amontoam dinheiro para a cumprir com madeiras e bugigangas, de suposto bem-estar e amor sedentário, de rotinas apaziguadoras. Depois vêm os filhos, mais mobília, pois, enfim, muitas vezes é mesmo assim, e as alegrias e as tistezas que trazem, e os saltos, e as traquinices, e a destruição das madeiras e bugigangas ou a sua deterioração célere pelo uso excessivo e indeterminado.
Mostrar mensagens com a etiqueta Luis Caminha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luis Caminha. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Um Pinguim na Garagem
Responder-lhe seria uma tarefa árdua e paciente, um artifício de amor e lonjura, uma batalh diária entre procurá-la e libertá-la. Porque é impossível estar com ela sem querer setembro nem prometer outubro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)