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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

The Eighteenth Brumaire of Louis Bonaparte

Men make their own history, but they do not make it just as they please; they do not make it under circumstances chosen by themselves, but under circumstances directly encountered, given, and transmitted from the past. The tradition of all the dead generations weighs like a nightmare on the brain of the living. And just when they seem engaged in revolutionizing themselves and things, in creating something that has never existed, precisely in such periods of revolutionary crisis they anxiously conjure up the spirits of the past to their service and borrow from them names, battlecries, and costumes in order to present the new scene of world history in this time-honoured disguise and this borrowed language. Thus Luther donned the mask of the Apostle Paul, the Revolution of 1789 to 1814 draped itself alternatively as the Roman republic and the Roman empire, and the Revolution of 1848 knew nothing better to do than to parody, now 1789, now the revolutionary tradition of 1793 to 1795. In like manner a beginner who has learnt a new language always translates it back into his mother tongue, but he has assimilated the spirit of the new language and can freely express himself in it only when he finds his way in it wihout recalling the old and forgets his native tongue in the use of the new.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

The Communist Manifesto

Bourgeois Socialism attains adequate expression when, and only when, it becomes a mere figure of speech.
Free trade: for the benefit of the working class. Protective duties: for the benefit of the working class. Prison Reform: for the benefit of the working class. This is the last word and the only seriously meant word of bourgeois Socialism.
It is summed up in the phrase: the bourgeois is a bourgeois - for the benefit of the working class.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Capital, vol. I

As in religion man is governed by the products of his own brain, so in capitalistic production, he is governed by the products of his own hand.

domingo, 5 de setembro de 2010

II - Proletários e Comunistas

Horrorizais-vos por querermos suprimir a propriedade privada. Mas na vossa sociedade existente, a propriedade privada está suprimida para nove décimos dos seus membros; ela existe precisamente pelo facto de não existir para nove décimos. Censurais-nos, portanto, por querermos suprimir uma propriedade que pressupõe como condição necessária que a imensa maioria da sociedade não possua propriedade.

II - Proletários e Comunistas

O preço médio do trabalho assalariado é o mínimo do salário, i.é., a soma dos meios de vida que são necessários para manter vivo o operário como operário. Aquilo, portanto, de que o operário se apropria pela sua actividade chega apenas para gerar de novo a sua vida nua. De modo nenhum queremos abolir esta apropriação pessoal dos produtos de trabalho para a nova geração de vida imediata. Queremos suprimir apenas o carácter miserável desta apropriação, em que o operário só vive para multiplicar o capital, só vive na medida em que o exige o interesse da classe dominante.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Contribuição à crítica da filosofia de direito de Hegel

A abolição da religião enquanto felicidade ilusória dos homens é a exigência da sua felicidade real. O apelo para que abandonem as ilusões a respeito da sua condição é o apelo para abandonarem uma condição que precisa de ilusões. A crítica de religião é, pois, em germe a crítica do vale de lágrimas de que a religião é a auréola.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Manifesto Comunista

Em resumo, os comunistas apoiam em toda parte qualquer movimento revolucionário contra contra o estado de coisas social e politico existente.

Em todos estes movimentos, põem em primeiro lugar, como questão fundamental, a questão da propriedade, qualquer que seja a forma, mais ou menos desenvolvida, de que esta se revista.

Finalmente, os comunistas trabalham pela união e entendimento dos partidos democráticos de todos os países.

Os comunistas não se rebaixam a dissimular suas opiniões e seus fins. Proclamam abertamente que seus objectivos só podem ser alcançados pela derrubada violenta de toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam à ideia de uma revolução comunista! Os proletários nada têm a perder nela a não ser suas cadeias. Têm um mundo a ganhar!

Proletários de todos os países, uni-vos